20 de nov de 2007

Papai noel, verdade ou mentira?

Em carta emocionante enviada pelo famoso advogado V.M.L. percebemos que algumas pessoas são agraciadas pelo sobrenatural.

LEIA E SE EMOCIONE!

Reproduzimos a carta em sua íntegra, inclusive os erros de gramática.

Prezados editores

Este site tocou o meu coração, pareceu-me de total veracidade os assuntos nele abordados ao ponto de relatar minha tão particular estória de vida que aqui apresento à Vossas Senhorias.

Até a minha tenra idade de 14 anos, acreditei cegamente na figura de Papai Noel. Lembro-me das doces palavras repetitivas de minha querida mãe - "Olha filho, embaixo da cama", "Olha filho, embaixo da cama". e lá estava, como sempre, o meu presente.

No entanto, os meus coleguinhas do 2 colegial, me contaram a pseudo-verdade quanto a nobre figura do adorável barbudo.
No dia 25 de Dezembro de 2004, tudo mudou em minha vida. Ao chegar em casa, mais cedo do que habitualmente estava acostumado, pois as longas e exaustivas audiências foram canceladas, percebi que havia uma grande movimentação em meu quarto.
Preocupado com a segurança de minha desejosa mulher, corri em disparada até o mesmo. Alguns metros antes da porta, um homem grisalho, barbudo e sem roupa, sai do meu quarto em direção a janela e pula. Atordoado com o acontecido, fui de encontro a minha amada.

Deitada em nossa cama de molas, pergunto sobre aquele homem.
Com os olhos cheios de lágrimas, responde: Querido, você não vai acreditar,
era o Papai Noel. De pronto, algo me dizia que poderia ser uma estória para sonitus bovinus. Naquele momento, lembrei das doces palavras de mamãe a saber:

"Olha filho, embaixo da cama", "Olha filho, embaixo da cama".
Abaixei, ipsis in verbis, para olhar e encontrei uma cueca Badboy, Indagada sobre de quem era aquela cueca, minha nobre esposa, quebrando a promessa que fizera ao Papai noel, responde timidamente- É o seu presente querido.
Mas uma pergunta ainda pairava em minha mente - Por que o Papai Noel estava nu? CLARO, a resposta estava na experimentação natalícia pós inter factus.

Com os olhos envoltos em lágrimas e as pernas bambeabundas, percebi que aquela historinha contada pelos meus "amiguinhos" não passava de falso testemunho.
A partir deste dia, e em todos os Natais, coloco uma meia na janela a espera de presentinhos.
Percebi que, embora o padeiro falte no trabalho, o sonho não acaba.
Neste termos, peço que minha carta seja colocada no site - Coisas estranhas e fatos sobrenaturais. "

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